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<description>Personal blog</description>
<link>http://www.aindavirogente.blogger.com.br</link>
<title>Ainda viro gente</title>

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<title>12/31/2007 01:08:56 PM</title>
<description><![CDATA[Às vezes o que me conforta também é o que me entristece.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Às vezes o que me conforta também é o que me entristece.]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>12/31/2007 01:08:56 PM</pubDate>
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<title>12/30/2007 10:58:56 PM</title>
<description><![CDATA[Não adianta procurar, não vai encontrar o que lhe incomoda.<br />O podre se enconde debaixo do tapete, longe dos olhos.<br />Finjo que não sei, que não posso enxergar.<br />Tá tudo bem.<br />O problema do esperto é achar que engana alguém.<br />Rá, espera amor, a tua hora vai chegar.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Não adianta procurar, não vai encontrar o que lhe incomoda.<br />O podre se enconde debaixo do tapete, longe dos olhos.<br />Finjo que não sei, que não posso enxergar.<br />Tá tudo bem.<br />O problema do esperto é achar que engana alguém.<br />Rá, espera amor, a tua hora vai chegar.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>12/30/2007 10:58:56 PM</pubDate>
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<title>12/9/2007 01:46:00 PM</title>
<description><![CDATA[<i>“...se lembra quando a gente <br />chegou um dia a acreditar<br />que tudo era pra sempre<br />sem saber<br />que o pra sempre, sempre acaba...”</i><br /><br />Carta à um destruidor,<br /><br />		Quantas vezes comecei meus textos com a frase “um destruidor é sempre um destruidor”? Já perdi as contas. Mas é a pura verdade. Se quer saber, ninguém mata a essência de ninguém. Existem necessidades que não podemos suprir, da mais grotesca até a mais avassaladora. <br /><br />		Avassaladora, sempre gostei dessa palavra, mesmo antes de sair o filme. Avassalador talvez seja a vontade que temos de sermos especiais. Quem não quer ser especial, único? O problema, meu bem, é que quem procura acha. E eu já cansei de achar e me findar em promessas que duraram pouco. <br /><br />		Têm gente que gosta de acreditar em ilusões, tem gente que se permite acreditar por acha-las gostosas. Eu me permiti, então não te culpo, meu erro foi achar que seria especial para você. Foi prepotência, arrogância mesmo, o erro foi meu, eu errei, eu arco com as conseqüências.  Fiz-me cegar inocentemente, acreditei em tudo o que disse e não que fossem mentiras, mas existem as necessidades, que eu não posso mudar em você.<br /><br />		E são essas necessidades que eu não tolero. A realidade é diferente das ilusões, são opostos que não se atraem e são a minha forca. Os passos que se dão até morrer. Vivemos anos em dias, décadas em meses, vidas em momentos, mas não dá mais. Estou tão calma que até me surpreendo. A calma que só o desespero dá, se lembra? Como gosta dessa piada! E quantas vezes mais lembrarei de você? Só o tempo vai dizer, por mais que seja piegas, não se lembra do que não se esquece.<br /><br />		Obrigada por tudo, por ter sido meu colo, minha base, meus sonhos, obrigada de verdade. Obrigada por ter me feito lembrar de como se escrevem cartas, de como é sentir ciúme, posse. Só que você não é meu, você é seu e só seu. Eu digo com toda a sinceridade do mundo que fui só sua, mais sua do que minha e eu nunca me deixei ser de ninguém.<br /><br />		Agora você me tem e terá por toda a eternidade, o amor me encontrou em você e não vou manda-lo embora de mim, porque amor é pra sempre, lembra? Só não tenho forças pra encarar essas necessidades. Sou mais fraca do que pensava e esse inferno entre nós dois tem de acabar. Acabar antes que o que era belo se torne feio, antes que eu me desfaça em mais pedaços.<br /><br />		Agradeço de todo o coração, por ter sido o único que conseguiu me destruir, tenho orgulho de você, meu amor, tenho muito orgulho.<br />		<br />		Nem sempre a dor é tão ruim assim.<br />		Da sua e sempre sua,<br /><br />							Juliana.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>“...se lembra quando a gente <br />chegou um dia a acreditar<br />que tudo era pra sempre<br />sem saber<br />que o pra sempre, sempre acaba...”</i><br /><br />Carta à um destruidor,<br /><br />		Quantas vezes comecei meus textos com a frase “um destruidor é sempre um destruidor”? Já perdi as contas. Mas é a pura verdade. Se quer saber, ninguém mata a essência de ninguém. Existem necessidades que não podemos suprir, da mais grotesca até a mais avassaladora. <br /><br />		Avassaladora, sempre gostei dessa palavra, mesmo antes de sair o filme. Avassalador talvez seja a vontade que temos de sermos especiais. Quem não quer ser especial, único? O problema, meu bem, é que quem procura acha. E eu já cansei de achar e me findar em promessas que duraram pouco. <br /><br />		Têm gente que gosta de acreditar em ilusões, tem gente que se permite acreditar por acha-las gostosas. Eu me permiti, então não te culpo, meu erro foi achar que seria especial para você. Foi prepotência, arrogância mesmo, o erro foi meu, eu errei, eu arco com as conseqüências.  Fiz-me cegar inocentemente, acreditei em tudo o que disse e não que fossem mentiras, mas existem as necessidades, que eu não posso mudar em você.<br /><br />		E são essas necessidades que eu não tolero. A realidade é diferente das ilusões, são opostos que não se atraem e são a minha forca. Os passos que se dão até morrer. Vivemos anos em dias, décadas em meses, vidas em momentos, mas não dá mais. Estou tão calma que até me surpreendo. A calma que só o desespero dá, se lembra? Como gosta dessa piada! E quantas vezes mais lembrarei de você? Só o tempo vai dizer, por mais que seja piegas, não se lembra do que não se esquece.<br /><br />		Obrigada por tudo, por ter sido meu colo, minha base, meus sonhos, obrigada de verdade. Obrigada por ter me feito lembrar de como se escrevem cartas, de como é sentir ciúme, posse. Só que você não é meu, você é seu e só seu. Eu digo com toda a sinceridade do mundo que fui só sua, mais sua do que minha e eu nunca me deixei ser de ninguém.<br /><br />		Agora você me tem e terá por toda a eternidade, o amor me encontrou em você e não vou manda-lo embora de mim, porque amor é pra sempre, lembra? Só não tenho forças pra encarar essas necessidades. Sou mais fraca do que pensava e esse inferno entre nós dois tem de acabar. Acabar antes que o que era belo se torne feio, antes que eu me desfaça em mais pedaços.<br /><br />		Agradeço de todo o coração, por ter sido o único que conseguiu me destruir, tenho orgulho de você, meu amor, tenho muito orgulho.<br />		<br />		Nem sempre a dor é tão ruim assim.<br />		Da sua e sempre sua,<br /><br />							Juliana.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>12/9/2007 01:46:00 PM</pubDate>
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<title>12/5/2007 06:01:34 PM</title>
<description><![CDATA[Deixe-me com meus pensamentos,<br />Tomando os meus venenos<br />Sendo o que me restou.<br /><br />Deixe-me com a minha vontade,<br />De dizer a verdade<br />Do que realmente ficou.<br /><br />Deixe-me com a pobreza de espírito,<br />Com o negro borrado da face<br />Refletindo todo o desenlace<br />Do que está a vir partir<br /><br />Deixe-me só com a minha rima <br />Pobre e envelhecida,<br />Rápida e pessimista<br />Como o disco que repete na vitrola sem querer.<br /><br />Esquece que toda palavra dita,<br />Merecida ou não merecida<br />Pouco a pouco pode fazer morrer.<br /><br /><font color="999999" size="1"> tá horroroso, eu sei, mas saiu tão sem querer, tão cuspido, que tive que escarrar aqui.</font><br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Deixe-me com meus pensamentos,<br />Tomando os meus venenos<br />Sendo o que me restou.<br /><br />Deixe-me com a minha vontade,<br />De dizer a verdade<br />Do que realmente ficou.<br /><br />Deixe-me com a pobreza de espírito,<br />Com o negro borrado da face<br />Refletindo todo o desenlace<br />Do que está a vir partir<br /><br />Deixe-me só com a minha rima <br />Pobre e envelhecida,<br />Rápida e pessimista<br />Como o disco que repete na vitrola sem querer.<br /><br />Esquece que toda palavra dita,<br />Merecida ou não merecida<br />Pouco a pouco pode fazer morrer.<br /><br /><font color="999999" size="1"> tá horroroso, eu sei, mas saiu tão sem querer, tão cuspido, que tive que escarrar aqui.</font><br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>12/5/2007 06:01:34 PM</pubDate>
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