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<description>Personal blog</description>
<link>http://www.aindavirogente.blogger.com.br</link>
<title>Ainda viro gente</title>

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<title>1/28/2008 04:53:27 PM</title>
<description><![CDATA[Hoje escrevi um post no <a href="http://nobreberro.blogspot.com/" target="_blank"> Nobre Berro</a> que é digno do AVG.<br />Gostei muito.<br /><br /><a href="http://nobreberro.blogspot.com/2008/01/passarinhos.html" target="_blank">Clique aqui para conferir.</a>]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hoje escrevi um post no <a href="http://nobreberro.blogspot.com/" target="_blank"> Nobre Berro</a> que é digno do AVG.<br />Gostei muito.<br /><br /><a href="http://nobreberro.blogspot.com/2008/01/passarinhos.html" target="_blank">Clique aqui para conferir.</a>]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>1/28/2008 04:53:27 PM</pubDate>
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<title>1/21/2008 12:52:48 PM</title>
<description><![CDATA[<b>Desconexo.</b><br /><br />Quer que o mundo se divida em três mundos, que o céu se transforme e que as estrelas a prendam nas nuvens. Quer virar anjo, mulher, criança, semente, qualquer coisa que a façam ver que a vida tem outro significado. Não sabe o que quer, não sabe. Quem sabe? <br /><br />São trópicos que lutam entre si, o quente e o frio, o suor e o tremor, são duas vias de chão, caminhos distintos que levam para o mesmo lugar. Direita ou esquerda. Esquerda. É destra. O oposto de si. A outra mão que escreve seu Livro dos Dias.<br /><br />Se fosse parar pra pensar seria uma vitória-régia. Meio nome vencedor. Meia vitória? O que rege a vitória? Vitória-régia. Vira anjo, vai dormir.<br /><br />Vença.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<b>Desconexo.</b><br /><br />Quer que o mundo se divida em três mundos, que o céu se transforme e que as estrelas a prendam nas nuvens. Quer virar anjo, mulher, criança, semente, qualquer coisa que a façam ver que a vida tem outro significado. Não sabe o que quer, não sabe. Quem sabe? <br /><br />São trópicos que lutam entre si, o quente e o frio, o suor e o tremor, são duas vias de chão, caminhos distintos que levam para o mesmo lugar. Direita ou esquerda. Esquerda. É destra. O oposto de si. A outra mão que escreve seu Livro dos Dias.<br /><br />Se fosse parar pra pensar seria uma vitória-régia. Meio nome vencedor. Meia vitória? O que rege a vitória? Vitória-régia. Vira anjo, vai dormir.<br /><br />Vença.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>1/21/2008 12:52:48 PM</pubDate>
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<title>1/9/2008 09:19:55 AM</title>
<description><![CDATA[<i>"O talento sem iniciativa nunca atinge seu potencial. É como uma lagarta que não chegará ao casulo. Ela nunca se transformará, fadada para sempre a rastejar no chão, mesmo tendo o potencial de voar." </i><br /><br />- John C. Maxwell, Talento Não é Tudo, página 69]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>"O talento sem iniciativa nunca atinge seu potencial. É como uma lagarta que não chegará ao casulo. Ela nunca se transformará, fadada para sempre a rastejar no chão, mesmo tendo o potencial de voar." </i><br /><br />- John C. Maxwell, Talento Não é Tudo, página 69]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>1/9/2008 09:19:55 AM</pubDate>
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<title>1/8/2008 06:38:43 PM</title>
<description><![CDATA[Borboletas são sinais de mudanças não são?<br />Boas mudanças, por favor.<br /><br /><i>- e façam figa, ok?</i>]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Borboletas são sinais de mudanças não são?<br />Boas mudanças, por favor.<br /><br /><i>- e façam figa, ok?</i>]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>1/8/2008 06:38:43 PM</pubDate>
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<title>1/3/2008 09:23:17 AM</title>
<description><![CDATA[<b>As vozes. </b><br /><br /><br /><i>“Recomece. Renovar, re-existir. Crie, recrie-se, transforme o seu mundo em qualquer outro mundo. Coloque tudo no lugar, retire tudo do lugar. Arrisque, mude, exagere, dance, reviva. Você pode, nunca é tarde, vai lá, vai lá! Deixa esse passado pra trás, corra pelo seu futuro, vai! Adiante-se, você é capaz. <br /><br />Re- recomece. <br /><br /><br />Ou não.  <br /><br /><br />Deixe tudo como está, porque está bom, talvez não seja exatamente o que você quer, mas é assim, temporariamente imutável, seguro e é como vai ser. Assim: perfeitamente alinhado, desse jeito está e desse jeito vai ficar. Fique, deixe. Deixe tudo como está. É certo, já está assim, pra quê mexer?”  </i><br /><br /><br />E agora? <br /><br /><br />Estava lá ouvindo as suas vozes interiores – e nossa, como elas falam! Repetiam alternadamente as duas opções que todo ser humano têm em qualquer época de suas vidas: manter ou mudar. Não, ninguém poderia escolher, opinar, mandar ou desmandar, porque a vida era dela e dela ela deveria cuidar. É responsabilidade que não se pode desviar de si, é seu, nasceu contigo, é dono do seu caminho e suas escolhas podem mudar toda uma jornada. Com um passo errado muda-se uma história, com um passo certo se constrói uma história. A questão é: como escolher esses passos? Não soube responder. <br /><br /><br />Batia o indicador na mesa impacientemente, suas vozes exigiam uma resposta que não tinha no momento e discutiam entre si. Era quase uma competição de qual voz iria escutar. Vaidade de vozes? Que loucura... Estaria enlouquecendo? Talvez, mas o talvez era tão incerto para uma certeza que precisava ter. Confusão de pensamentos, estalos de idéias, a incerteza da loucura e o indicador batendo na mesa. Parou, respirou fundo, saiu do mundo, caminhou até a janela, o vento.   <br /><br /><br />Fechou os olhos e a sua respiração estava mais tranqüila com aquele carinho de Deus no rosto, os cabelos se permitindo embaraçar sendo levados pelo mais abstrato das sensações. O sentir e não ver. O acalanto da alma, pois tudo o que vem, vem no momento certo. Abriu os olhos e dali mesmo descobriu o mistério. A resposta estava exatamente nesse delicado gesto. <br /><br /><br />Abra os olhos e logo verá que só há três opções: o chão, o horizonte, o céu.<br /><br />Onde desejas chegar? <br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<b>As vozes. </b><br /><br /><br /><i>“Recomece. Renovar, re-existir. Crie, recrie-se, transforme o seu mundo em qualquer outro mundo. Coloque tudo no lugar, retire tudo do lugar. Arrisque, mude, exagere, dance, reviva. Você pode, nunca é tarde, vai lá, vai lá! Deixa esse passado pra trás, corra pelo seu futuro, vai! Adiante-se, você é capaz. <br /><br />Re- recomece. <br /><br /><br />Ou não.  <br /><br /><br />Deixe tudo como está, porque está bom, talvez não seja exatamente o que você quer, mas é assim, temporariamente imutável, seguro e é como vai ser. Assim: perfeitamente alinhado, desse jeito está e desse jeito vai ficar. Fique, deixe. Deixe tudo como está. É certo, já está assim, pra quê mexer?”  </i><br /><br /><br />E agora? <br /><br /><br />Estava lá ouvindo as suas vozes interiores – e nossa, como elas falam! Repetiam alternadamente as duas opções que todo ser humano têm em qualquer época de suas vidas: manter ou mudar. Não, ninguém poderia escolher, opinar, mandar ou desmandar, porque a vida era dela e dela ela deveria cuidar. É responsabilidade que não se pode desviar de si, é seu, nasceu contigo, é dono do seu caminho e suas escolhas podem mudar toda uma jornada. Com um passo errado muda-se uma história, com um passo certo se constrói uma história. A questão é: como escolher esses passos? Não soube responder. <br /><br /><br />Batia o indicador na mesa impacientemente, suas vozes exigiam uma resposta que não tinha no momento e discutiam entre si. Era quase uma competição de qual voz iria escutar. Vaidade de vozes? Que loucura... Estaria enlouquecendo? Talvez, mas o talvez era tão incerto para uma certeza que precisava ter. Confusão de pensamentos, estalos de idéias, a incerteza da loucura e o indicador batendo na mesa. Parou, respirou fundo, saiu do mundo, caminhou até a janela, o vento.   <br /><br /><br />Fechou os olhos e a sua respiração estava mais tranqüila com aquele carinho de Deus no rosto, os cabelos se permitindo embaraçar sendo levados pelo mais abstrato das sensações. O sentir e não ver. O acalanto da alma, pois tudo o que vem, vem no momento certo. Abriu os olhos e dali mesmo descobriu o mistério. A resposta estava exatamente nesse delicado gesto. <br /><br /><br />Abra os olhos e logo verá que só há três opções: o chão, o horizonte, o céu.<br /><br />Onde desejas chegar? <br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>1/3/2008 09:23:17 AM</pubDate>
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