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<description>Personal blog</description>
<link>http://www.aindavirogente.blogger.com.br</link>
<title>Ainda viro gente</title>

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<title>2/28/2008 09:40:18 AM</title>
<description><![CDATA[Acordou triste. Seus dias estavam tristes e seus olhos andavam molhados. Falta alguma coisa, não se sabe. Se todas as perguntas não passassem de meras interrogações, estariam secos.<br /><br />Deserto de idéias, flores murchas, coração ainda primaveril. Como todas as folhas de outono que caem na calçada esperando serem pisoteadas. O inverno está aí. Estações da alma.<br /><br />No vai-e-vem de sentimentos, a bipolaridade toma conta do que antes era terra de atitudes automáticas. Viver automaticamente como se ninguém estivesse escutando. Na verdade ninguém está. Sua passada é curta e seus movimentos silenciosos. O que passa em sua cabeça? Nem o tempo dirá, pois ninguém é realmente dono de seus pensamentos.<br /><br />Se pudesse escolher haveria flores em seu jardim, mas não pode, são as estações – repetia – são as estações. Deve-se respeitar a ordem das coisas, aguardar cada broto ansiosamente, a chuva vai passar e o céu voltará a se abrir.<br /><br />Quem sabe assim não será mais tão triste. Voltará a sorrir novamente.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Acordou triste. Seus dias estavam tristes e seus olhos andavam molhados. Falta alguma coisa, não se sabe. Se todas as perguntas não passassem de meras interrogações, estariam secos.<br /><br />Deserto de idéias, flores murchas, coração ainda primaveril. Como todas as folhas de outono que caem na calçada esperando serem pisoteadas. O inverno está aí. Estações da alma.<br /><br />No vai-e-vem de sentimentos, a bipolaridade toma conta do que antes era terra de atitudes automáticas. Viver automaticamente como se ninguém estivesse escutando. Na verdade ninguém está. Sua passada é curta e seus movimentos silenciosos. O que passa em sua cabeça? Nem o tempo dirá, pois ninguém é realmente dono de seus pensamentos.<br /><br />Se pudesse escolher haveria flores em seu jardim, mas não pode, são as estações – repetia – são as estações. Deve-se respeitar a ordem das coisas, aguardar cada broto ansiosamente, a chuva vai passar e o céu voltará a se abrir.<br /><br />Quem sabe assim não será mais tão triste. Voltará a sorrir novamente.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>2/28/2008 09:40:18 AM</pubDate>
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<title>2/21/2008 05:48:39 PM</title>
<description><![CDATA[TDB Capricho - Pauta para o site. <br /><br /><b> ... sexo sem amor, é vontade.</b><br /><br /><center><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/imagem beijo na bunda.jpg"></center><br /><br /><p align="justify"><i>Ela não era apaixonada, teve vontade, foi lá e fez. Pegou suas coisas, entrou no táxi, sem direito à café-da-manhã e beijo de bom dia. Saciou-se e foi embora, sem olhar pra trás, sem se sentir pior, ouviu os seus instintos. Certíssima.</i><br /><br />Não queimamos sutiãs à toa para simplesmente segurar nossos desejos. A mulher pode sim transar casualmente sem problema algum. Chega desse papo de esperar telefonemas no outro dia. Há necessidades que não dependem de sentimento, são carnais e só. Sem o machismo de “o que vão pensar de mim?” ninguém tem que pensar ou não pensar, somos donos de nossas vidas e nossas atitudes dizem respeito só a nós mesmas (quando não prejudicam ninguém).<br /><br />A questão é deixar de lado esse pensamento provinciano de que não podemos ser plenamente realizadas no sexo. Sexo com amor é bom, mas quando não há amor não é de todo ruim, afinal não estamos apaixonadas em tempo integral e simplesmente não dá pra dar uma de celibatária durante essa época  de não-paixão.<br /><br />Não deixa trauma, não dói, não tira pedaço, você não vai ser menos mulher por esse motivo, não vai ser apontada na rua e nem vão jogar legumes em você. Se rolar sentimento depois, se joga e conquista, não deixe pra depois e nem pense “mas será que ele me achou fácil?” que nada, tem que ser é muito bem-resolvida pra isso, homem de sorte. <br /><br /><i>Chegou em casa, jogou as chaves na mesa de centro, despiu-se e tomou um longo banho. Dormiu como um anjo, com a naturalidade de uma pecadora. Sorriu, nunca fora tão respeitada, nunca se respeitou tanto.</i></p><br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog05.gif" border="0" /></a></center><br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[TDB Capricho - Pauta para o site. <br /><br /><b> ... sexo sem amor, é vontade.</b><br /><br /><center><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/imagem beijo na bunda.jpg"></center><br /><br /><p align="justify"><i>Ela não era apaixonada, teve vontade, foi lá e fez. Pegou suas coisas, entrou no táxi, sem direito à café-da-manhã e beijo de bom dia. Saciou-se e foi embora, sem olhar pra trás, sem se sentir pior, ouviu os seus instintos. Certíssima.</i><br /><br />Não queimamos sutiãs à toa para simplesmente segurar nossos desejos. A mulher pode sim transar casualmente sem problema algum. Chega desse papo de esperar telefonemas no outro dia. Há necessidades que não dependem de sentimento, são carnais e só. Sem o machismo de “o que vão pensar de mim?” ninguém tem que pensar ou não pensar, somos donos de nossas vidas e nossas atitudes dizem respeito só a nós mesmas (quando não prejudicam ninguém).<br /><br />A questão é deixar de lado esse pensamento provinciano de que não podemos ser plenamente realizadas no sexo. Sexo com amor é bom, mas quando não há amor não é de todo ruim, afinal não estamos apaixonadas em tempo integral e simplesmente não dá pra dar uma de celibatária durante essa época  de não-paixão.<br /><br />Não deixa trauma, não dói, não tira pedaço, você não vai ser menos mulher por esse motivo, não vai ser apontada na rua e nem vão jogar legumes em você. Se rolar sentimento depois, se joga e conquista, não deixe pra depois e nem pense “mas será que ele me achou fácil?” que nada, tem que ser é muito bem-resolvida pra isso, homem de sorte. <br /><br /><i>Chegou em casa, jogou as chaves na mesa de centro, despiu-se e tomou um longo banho. Dormiu como um anjo, com a naturalidade de uma pecadora. Sorriu, nunca fora tão respeitada, nunca se respeitou tanto.</i></p><br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog05.gif" border="0" /></a></center><br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>2/21/2008 05:48:39 PM</pubDate>
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<title>2/19/2008 03:53:25 PM</title>
<description><![CDATA[<i>Edição 1040 – TDB Capricho, Pauta 2.</i> <br /><br /><b>I´ve got a friend.</b><br /><br /><center><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/msn.jpg"></center><br /><br /><p align="justify">Meus amigos escolho a dedo. Todos eles estão no mesmo patamar, sem rótulos, são amigos e só. E tudo isso. Posso contá-los nos dedos de uma das mãos.  São poucos, mas são pra sempre. Quando digo: “_Você é meu amigo.” Assinou a sentença de ser eterno. Obrigada a todos os meus amigos.<br /><br />A internet me apresentou pessoas maravilhosas, pessoas que passaram, que voltaram, outras que nunca saíram, algumas que fecharam a porta pra sempre. Apresentou lembranças e surpresas não só ao monitor, mas também ao telefone e o melhor de tudo me apresentou uma amiga.<br /><br />Uma menina do meio do Brasil, que nunca abracei, nunca trocamos olhares e com certeza não estive ao seu lado nos momentos mais importantes da sua vida, mas caracterizá-la como virtual seria injusto, pois a confiança é mais que verdadeira.<br /><br />É a confiança que contrói relações, não o toque.  Restringir amigos à fronteiras é uma escolha ingrata, quantas pessoas fantásticas existem espalhadas por aí? Seria um desperdício não conhece-las.<br /><br />Se quiser dizer que é virtual, que diga, <i>mas é o virtual mais real que existe.</i><br /></p><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog01.gif" border="0" /></a></center>]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>Edição 1040 – TDB Capricho, Pauta 2.</i> <br /><br /><b>I´ve got a friend.</b><br /><br /><center><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/msn.jpg"></center><br /><br /><p align="justify">Meus amigos escolho a dedo. Todos eles estão no mesmo patamar, sem rótulos, são amigos e só. E tudo isso. Posso contá-los nos dedos de uma das mãos.  São poucos, mas são pra sempre. Quando digo: “_Você é meu amigo.” Assinou a sentença de ser eterno. Obrigada a todos os meus amigos.<br /><br />A internet me apresentou pessoas maravilhosas, pessoas que passaram, que voltaram, outras que nunca saíram, algumas que fecharam a porta pra sempre. Apresentou lembranças e surpresas não só ao monitor, mas também ao telefone e o melhor de tudo me apresentou uma amiga.<br /><br />Uma menina do meio do Brasil, que nunca abracei, nunca trocamos olhares e com certeza não estive ao seu lado nos momentos mais importantes da sua vida, mas caracterizá-la como virtual seria injusto, pois a confiança é mais que verdadeira.<br /><br />É a confiança que contrói relações, não o toque.  Restringir amigos à fronteiras é uma escolha ingrata, quantas pessoas fantásticas existem espalhadas por aí? Seria um desperdício não conhece-las.<br /><br />Se quiser dizer que é virtual, que diga, <i>mas é o virtual mais real que existe.</i><br /></p><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog01.gif" border="0" /></a></center>]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>2/19/2008 03:53:25 PM</pubDate>
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<title>2/15/2008 11:03:16 AM</title>
<description><![CDATA[Eu não sou suficiente. Não sou a mais bonita, não sou a mais legal, mais simpática, mais rica, com mais contatos, eu simplesmente não sou suficiente. Não me sinto grande, não sinto que faço alguma diferença e definitivamente nunca fiz coisas importantes. Nunca fiz alguém chorar de verdade, todas as lágrimas eram de mentira. Até onde vivi uma mentira? Até quando vou escutar passos que não deveriam ser ouvidos?<br /><br />Eu não sei dizer palavras bonitas, nem sei como fazer bem a alguém, talvez saiba fazer mal, mas se fiz mal foi de mentira como todas as outras coisas que não existiram. Se sorriu foi por educação. Se piscou foi cisco. Se deixou de amar, nunca amou. Aquela música nunca foi minha, os meus dias nunca foram como eu narrei. São invenções de uma mente insuficiente. Insuficiência de tudo, insuficiente de mim. Os passos ecoam, tapo os ouvidos, mas eles ainda estão aqui.<br /><br />Se eu disse não era pra dizer. Se calei a boca era pra gritar. Falo demais, falo demais, nunca o suficiente, não sou suficiente. Não sou. Não sou. Pare de mentir, as malas estão sempre feitas, mesmo quando não se quer partir. O pior é ir aos poucos, o pior é ir indo, alternadamente. Mutilação diária. Eu ouço passos, eu ouço passos.<br /><br />Eu não sou desse jeito que vê. Eu sou uma mentira, uma mentira mal-contada. Não sei mentir, não mais. Não tem mais brilho nos olhos, onde eles estão? Cadê? Não tenho olhos verdes e o monstro me persegue. Adivinha que não é o que eu quero, adivinha. Não fui esculpida. Não fui lapidada. Não sou arte. Nem rascunho. Sou página e ponto. Vermelho.<br /><br />Insuficiente pra você.<br /><i>Quem quer escutar o que não se quer ouvir?</i>]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eu não sou suficiente. Não sou a mais bonita, não sou a mais legal, mais simpática, mais rica, com mais contatos, eu simplesmente não sou suficiente. Não me sinto grande, não sinto que faço alguma diferença e definitivamente nunca fiz coisas importantes. Nunca fiz alguém chorar de verdade, todas as lágrimas eram de mentira. Até onde vivi uma mentira? Até quando vou escutar passos que não deveriam ser ouvidos?<br /><br />Eu não sei dizer palavras bonitas, nem sei como fazer bem a alguém, talvez saiba fazer mal, mas se fiz mal foi de mentira como todas as outras coisas que não existiram. Se sorriu foi por educação. Se piscou foi cisco. Se deixou de amar, nunca amou. Aquela música nunca foi minha, os meus dias nunca foram como eu narrei. São invenções de uma mente insuficiente. Insuficiência de tudo, insuficiente de mim. Os passos ecoam, tapo os ouvidos, mas eles ainda estão aqui.<br /><br />Se eu disse não era pra dizer. Se calei a boca era pra gritar. Falo demais, falo demais, nunca o suficiente, não sou suficiente. Não sou. Não sou. Pare de mentir, as malas estão sempre feitas, mesmo quando não se quer partir. O pior é ir aos poucos, o pior é ir indo, alternadamente. Mutilação diária. Eu ouço passos, eu ouço passos.<br /><br />Eu não sou desse jeito que vê. Eu sou uma mentira, uma mentira mal-contada. Não sei mentir, não mais. Não tem mais brilho nos olhos, onde eles estão? Cadê? Não tenho olhos verdes e o monstro me persegue. Adivinha que não é o que eu quero, adivinha. Não fui esculpida. Não fui lapidada. Não sou arte. Nem rascunho. Sou página e ponto. Vermelho.<br /><br />Insuficiente pra você.<br /><i>Quem quer escutar o que não se quer ouvir?</i>]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>2/15/2008 11:03:16 AM</pubDate>
</item>

<item>
<title>2/15/2008 10:56:47 AM</title>
<description><![CDATA[<i>TDB Capricho - Pauta para o site.</i><br /><br /><b>Amy WINEhouse premiada e sem presente do Papai Noel. </b><br /><br />Música é música. E o Grammy prestigia a área musical, não o comportamento. Se você não se comporta bem não ganha presente do Papai Noel, não gramofones. Se Amy sabe fazer o trabalho dela e faz bem feito, não importa se ela cheira, joga amarelinha ou dorme, ela o faz e pronto. <br /><br />O problema das pessoas está em não saber dividir as coisas do jeito que deveria ser. Amy não é um exemplo de mulher, assim como existem vários não-exemplos no mundo. Julgar é hipocrisia, minha gente! Sua imagem está abalada, mas seu talento continua lá, intacto. É questão de visualizar a realidade de uma forma mais ampla.<br /><br />Deve-se para pra pensar que ela é apaixonada por música e quem sabe a música pode salvá-la. Os prêmios podem ser um estímulo a mais, algo como: “supere-se, siga em frente, há mais em você do que imagina”. Quantos talentos são perdidos pelas drogas? Pessoas que infelizmente não agüentaram a pressão e procuraram outros caminhos. Criticar funciona? Ajuda? Não! A humilhação que existe em seu cotidiano já é o bastante. Amy escolheu por isso – você pode pensar – mas às vezes as escolhas são impostas e dependem da fraqueza de cada um.<br /><br />O que eu digo não é apologia, nem um “ah, coitada da Amy, tão drogadinha...”, mas não ter o tipo de pensamento mimado da sociedade que aponta os defeitos dos outros para esquecer um pouco o próprio umbigo. Todos sabemos dos nossos defeitos, não precisamos que nos digam ao pé do ouvido. Nossos méritos ninguém vê, porque não é interessante, porque não é polêmico, porque não tem graça.<br /><br />Deixem-na com os gramofones, porque prêmios pela sua má conduta ela já tem de sobra e tenham certeza que não são nada consoladores.<br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog03.gif" border="0" /></a></center><br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>TDB Capricho - Pauta para o site.</i><br /><br /><b>Amy WINEhouse premiada e sem presente do Papai Noel. </b><br /><br />Música é música. E o Grammy prestigia a área musical, não o comportamento. Se você não se comporta bem não ganha presente do Papai Noel, não gramofones. Se Amy sabe fazer o trabalho dela e faz bem feito, não importa se ela cheira, joga amarelinha ou dorme, ela o faz e pronto. <br /><br />O problema das pessoas está em não saber dividir as coisas do jeito que deveria ser. Amy não é um exemplo de mulher, assim como existem vários não-exemplos no mundo. Julgar é hipocrisia, minha gente! Sua imagem está abalada, mas seu talento continua lá, intacto. É questão de visualizar a realidade de uma forma mais ampla.<br /><br />Deve-se para pra pensar que ela é apaixonada por música e quem sabe a música pode salvá-la. Os prêmios podem ser um estímulo a mais, algo como: “supere-se, siga em frente, há mais em você do que imagina”. Quantos talentos são perdidos pelas drogas? Pessoas que infelizmente não agüentaram a pressão e procuraram outros caminhos. Criticar funciona? Ajuda? Não! A humilhação que existe em seu cotidiano já é o bastante. Amy escolheu por isso – você pode pensar – mas às vezes as escolhas são impostas e dependem da fraqueza de cada um.<br /><br />O que eu digo não é apologia, nem um “ah, coitada da Amy, tão drogadinha...”, mas não ter o tipo de pensamento mimado da sociedade que aponta os defeitos dos outros para esquecer um pouco o próprio umbigo. Todos sabemos dos nossos defeitos, não precisamos que nos digam ao pé do ouvido. Nossos méritos ninguém vê, porque não é interessante, porque não é polêmico, porque não tem graça.<br /><br />Deixem-na com os gramofones, porque prêmios pela sua má conduta ela já tem de sobra e tenham certeza que não são nada consoladores.<br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog03.gif" border="0" /></a></center><br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>2/15/2008 10:56:47 AM</pubDate>
</item>

<item>
<title>2/8/2008 09:47:04 AM</title>
<description><![CDATA[TDB Capricho - Pauta para o site.<br /><br /><b>Preta, Preta, Pretinha...</b><br /><br /><center><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/preta.JPG"></center><br /><br /> <p align="justify">Preta é linda a sua forma. Tem quem goste, tem quem não goste. Situações como o “caldo” em Ipanema acontecem todos os dias, com pessoas gordas e magras, porém quando se trata de uma pessoa da mídia o tombo toma outras proporções.<br /><br />Se a atitude de processar é radical? Talvez. Está querendo chamar a atenção? Talvez. Porém se um “caldo” na praia já atrai flashs e se sua forma física não a livra de comentários por aí, não vejo necessidade nenhuma de usar de meios jurídicos para chamar a atenção. Preta pode ser o que for, podem gostar dela ou não, mas qualquer brincadeira tem limite e quando passa do saudável a coisa muda de figura.<br /><br />Você pode ser a pessoa mais segura da face da Terra, pode achar seu corpo lindo mesmo fora dos padrões, mas toda essa situação já foi demais. Os termos pejorativos que foram usados saíram do limite do respeito e se tornaram apenas mais uma brincadeira sem graça. É claro que a Preta não tem o corpo da Sabrina. É claro que eu não tenho o corpo da Sabrina e se nos colocássemos lado a lado quem seria a baleia da história seria eu. <br /><br />As pessoas devem saber brincar, assim como nossos pais nos ensinaram que não devemos caçoar do dotes físicos alheios como, por exemplo,  aquele narigudo da sexta série que insistia em te mandar bilhetinhos na aula. Dispensá-lo com um: “_Oi? Já viu o tamanho do seu nariz?” iria no mínimo deixá-lo bem aborrecido.<br /><br />É claro que a culpa pode ter sido dela, ninguém mandou levantar a bandeira das gordinhas pelo Brasil afora, afinal, Preta não é a primeira gordinha na mídia, existem outras por aí, porém ela praticamente se auto-intitulou embaixadora dos fora dos padrões. E essa postura lhe rendeu provocações desnecessárias.<br />Pois é, colhe-se o que se planta, o ideal mesmo seria manter-se longe da mídia por um tempo e não jogar mais lenha na fogueira.<br /><br />Será que consegue?</p><br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog04.gif" border="0" /></a></center><br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[TDB Capricho - Pauta para o site.<br /><br /><b>Preta, Preta, Pretinha...</b><br /><br /><center><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/preta.JPG"></center><br /><br /> <p align="justify">Preta é linda a sua forma. Tem quem goste, tem quem não goste. Situações como o “caldo” em Ipanema acontecem todos os dias, com pessoas gordas e magras, porém quando se trata de uma pessoa da mídia o tombo toma outras proporções.<br /><br />Se a atitude de processar é radical? Talvez. Está querendo chamar a atenção? Talvez. Porém se um “caldo” na praia já atrai flashs e se sua forma física não a livra de comentários por aí, não vejo necessidade nenhuma de usar de meios jurídicos para chamar a atenção. Preta pode ser o que for, podem gostar dela ou não, mas qualquer brincadeira tem limite e quando passa do saudável a coisa muda de figura.<br /><br />Você pode ser a pessoa mais segura da face da Terra, pode achar seu corpo lindo mesmo fora dos padrões, mas toda essa situação já foi demais. Os termos pejorativos que foram usados saíram do limite do respeito e se tornaram apenas mais uma brincadeira sem graça. É claro que a Preta não tem o corpo da Sabrina. É claro que eu não tenho o corpo da Sabrina e se nos colocássemos lado a lado quem seria a baleia da história seria eu. <br /><br />As pessoas devem saber brincar, assim como nossos pais nos ensinaram que não devemos caçoar do dotes físicos alheios como, por exemplo,  aquele narigudo da sexta série que insistia em te mandar bilhetinhos na aula. Dispensá-lo com um: “_Oi? Já viu o tamanho do seu nariz?” iria no mínimo deixá-lo bem aborrecido.<br /><br />É claro que a culpa pode ter sido dela, ninguém mandou levantar a bandeira das gordinhas pelo Brasil afora, afinal, Preta não é a primeira gordinha na mídia, existem outras por aí, porém ela praticamente se auto-intitulou embaixadora dos fora dos padrões. E essa postura lhe rendeu provocações desnecessárias.<br />Pois é, colhe-se o que se planta, o ideal mesmo seria manter-se longe da mídia por um tempo e não jogar mais lenha na fogueira.<br /><br />Será que consegue?</p><br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog04.gif" border="0" /></a></center><br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
<guid>(Endereço do blog)/2008_02_01_archive.html#40122038</guid>
<link>(Endereço do blog)/2008_02_01_archive.html</link>
<pubDate>2/8/2008 09:47:04 AM</pubDate>
</item>

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<title>2/6/2008 08:29:39 PM</title>
<description><![CDATA[Edição 1039 – TDB Capricho, Pauta 1.<br /><br /><b>A dor não escolhe gênero.</b><br /><br />Acabou. As cartas na gaveta viraram lembranças e o porta-retrato está vazio. A conversa do fim de tarde significou o encerramento de um ciclo que nem estava completo. A paixão existia, mas era de via única e a ela só restava chorar.<br /><br />Era outra pessoa, um outro alguém que se apodera do seu “alguém” sem pedir licença, talvez sem querer, por um acaso da vida. Porque não se decide por quem se apaixonar. E aconteceu, doeu como todos os fins em ambas as partes, nos dois corações.<br /><br />Ele estremeceu ao contar, milhões de dúvidas na cabeça e assumir suas vontades, não era ela, nem outra, era outro. Descobriu, assumiu, optou por ser feliz. E se era assim, por mais que houvesse dor ela preferia a sinceridade, a verdade. Ninguém é satisfeito vivendo mentiras e assim foi. O coração não difere gênero e perdas são sempre perdas, não faz diferença.<br /><br />Perdeu um companheiro, porém ganhou um eterno amigo.<br />O amor mais bonito é aquele em que se pode ser, sem limitações.<br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog06.gif" border="0" /></a></center><br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Edição 1039 – TDB Capricho, Pauta 1.<br /><br /><b>A dor não escolhe gênero.</b><br /><br />Acabou. As cartas na gaveta viraram lembranças e o porta-retrato está vazio. A conversa do fim de tarde significou o encerramento de um ciclo que nem estava completo. A paixão existia, mas era de via única e a ela só restava chorar.<br /><br />Era outra pessoa, um outro alguém que se apodera do seu “alguém” sem pedir licença, talvez sem querer, por um acaso da vida. Porque não se decide por quem se apaixonar. E aconteceu, doeu como todos os fins em ambas as partes, nos dois corações.<br /><br />Ele estremeceu ao contar, milhões de dúvidas na cabeça e assumir suas vontades, não era ela, nem outra, era outro. Descobriu, assumiu, optou por ser feliz. E se era assim, por mais que houvesse dor ela preferia a sinceridade, a verdade. Ninguém é satisfeito vivendo mentiras e assim foi. O coração não difere gênero e perdas são sempre perdas, não faz diferença.<br /><br />Perdeu um companheiro, porém ganhou um eterno amigo.<br />O amor mais bonito é aquele em que se pode ser, sem limitações.<br /><br /><center><a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank"><img src="http://www.capricho.com.br/imagem/diversao/img_tudodeblog06.gif" border="0" /></a></center><br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>2/6/2008 08:29:39 PM</pubDate>
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