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<description>Personal blog</description>
<link>http://www.aindavirogente.blogger.com.br</link>
<title>Ainda viro gente</title>

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<title>3/31/2008 11:19:47 AM</title>
<description><![CDATA[Não é que não estivesse tudo bem, um dia perfeito entre tantos atribulados. Ela se sentia um pouco vazia ainda, não gostava de histórias sem desfecho, um final assentado. Parecia que ainda havia algo escondido, uma impressão que atacava sua paz, ela queria esquecer, queria, mas a cabeça funcionava por si só, aquela mensagem não deveria existir.<br /><br />Era certa de seu amor, mas a vida prega peças que jamais entenderíamos. Como poderia entregar seus caminhos em meio a dúvidas? Até quando fingir que não existiu? Pois existiu e sem explicações lógicas. Por mais que a subjetividade fosse o seu forte a lógica pedia espaço.<br /><br />Quer ficar bem, quer parar de chorar, esquecer o que houve e recomeçar, mas dói, pois vive o dilema entre  o que pode lhe magoar e fazer feliz. E infelizmente as duas sensações estão concentradas  na mesma pessoa.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Não é que não estivesse tudo bem, um dia perfeito entre tantos atribulados. Ela se sentia um pouco vazia ainda, não gostava de histórias sem desfecho, um final assentado. Parecia que ainda havia algo escondido, uma impressão que atacava sua paz, ela queria esquecer, queria, mas a cabeça funcionava por si só, aquela mensagem não deveria existir.<br /><br />Era certa de seu amor, mas a vida prega peças que jamais entenderíamos. Como poderia entregar seus caminhos em meio a dúvidas? Até quando fingir que não existiu? Pois existiu e sem explicações lógicas. Por mais que a subjetividade fosse o seu forte a lógica pedia espaço.<br /><br />Quer ficar bem, quer parar de chorar, esquecer o que houve e recomeçar, mas dói, pois vive o dilema entre  o que pode lhe magoar e fazer feliz. E infelizmente as duas sensações estão concentradas  na mesma pessoa.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/31/2008 11:19:47 AM</pubDate>
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<title>3/26/2008 06:03:31 PM</title>
<description><![CDATA[<i>Pauta para o site - Capricho TDB</i><br /><br /><b>Liberdade, moralidade, coisas óbvias e afins.</b><br /><br /><br />A Holanda me surpreende a cada dia. Seja liberando o uso de drogas ou o sexo em praças públicas. Sim, sexo ao ar livre permitido, numa boa, só respeita as crianças, ok? Ok. Um outro grande passo do mundo moderno. <br /><br />Num mundo onde se prende cada vez menos criminosos que estupram, roubam e matam e cada vez mais gente que comete pequenos delitos, é um avanço. Porque sim, pode parecer muito saidinho da minha parte, mas as pessoas vivem fazendo sexo por aí, na surdina, rezando para não serem pegos apenas porque desejam variar um pouquinho. Sexo nem sempre se limita a cama e todo mundo por aí já deveria saber disso.  É mais que óbvio, minha gente, mais que óbvio.<br /><br />Esse tipo de iniciativa me faz pensar que o mundo tem jeito, que se pode sim, confiar no bom-senso do ser humano, afinal desde que o mundo é mundo as pessoas fazem sexo ao ar livre, você que não vê (ou até vê para os mais descuidados), o que prova que proibir nunca adiantou muita coisa. Na verdade se tem uma coisa que eu concordo é com o dito popular do “proibido é mais gostoso” e saber que estamos livres para podermos escolher é uma conquista.<br /><br />Sempre tive medo de determinadas “liberdades”, medo de virar uma anarquia, uma Sodoma e Gomorra, mas penso que devemos acreditar que podemos ser consciente sim, mesmo que não mereçamos esse voto de confiança. A Holanda está aí, pra mostrar que é possível, que não virou a casa da mãe Joana, um país que se respeita o livre-arbítrio. Sou totalmente a favor da filosofia em que eu posso fazer o que quiser comigo, desde que meus atos não gerem consequências à terceiros, é questão de educação, de saber seus próprios limites, não precisa de muito esforço não.<br /><br />O problema do povo é achar que tudo é muito feio, uma imoralidade. Quando o mundo parar de vendar seus olhos para a realidade e dar conta que o feio muitas vezes vem de dentro, pode apostar que viveremos numa sociedade muito mais civilizada, onde deixaremos de lado a moralidade (e consequentemente a hipocrisia) para começarmos a pensar com a racionalidade.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>Pauta para o site - Capricho TDB</i><br /><br /><b>Liberdade, moralidade, coisas óbvias e afins.</b><br /><br /><br />A Holanda me surpreende a cada dia. Seja liberando o uso de drogas ou o sexo em praças públicas. Sim, sexo ao ar livre permitido, numa boa, só respeita as crianças, ok? Ok. Um outro grande passo do mundo moderno. <br /><br />Num mundo onde se prende cada vez menos criminosos que estupram, roubam e matam e cada vez mais gente que comete pequenos delitos, é um avanço. Porque sim, pode parecer muito saidinho da minha parte, mas as pessoas vivem fazendo sexo por aí, na surdina, rezando para não serem pegos apenas porque desejam variar um pouquinho. Sexo nem sempre se limita a cama e todo mundo por aí já deveria saber disso.  É mais que óbvio, minha gente, mais que óbvio.<br /><br />Esse tipo de iniciativa me faz pensar que o mundo tem jeito, que se pode sim, confiar no bom-senso do ser humano, afinal desde que o mundo é mundo as pessoas fazem sexo ao ar livre, você que não vê (ou até vê para os mais descuidados), o que prova que proibir nunca adiantou muita coisa. Na verdade se tem uma coisa que eu concordo é com o dito popular do “proibido é mais gostoso” e saber que estamos livres para podermos escolher é uma conquista.<br /><br />Sempre tive medo de determinadas “liberdades”, medo de virar uma anarquia, uma Sodoma e Gomorra, mas penso que devemos acreditar que podemos ser consciente sim, mesmo que não mereçamos esse voto de confiança. A Holanda está aí, pra mostrar que é possível, que não virou a casa da mãe Joana, um país que se respeita o livre-arbítrio. Sou totalmente a favor da filosofia em que eu posso fazer o que quiser comigo, desde que meus atos não gerem consequências à terceiros, é questão de educação, de saber seus próprios limites, não precisa de muito esforço não.<br /><br />O problema do povo é achar que tudo é muito feio, uma imoralidade. Quando o mundo parar de vendar seus olhos para a realidade e dar conta que o feio muitas vezes vem de dentro, pode apostar que viveremos numa sociedade muito mais civilizada, onde deixaremos de lado a moralidade (e consequentemente a hipocrisia) para começarmos a pensar com a racionalidade.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/26/2008 06:03:31 PM</pubDate>
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<title>3/25/2008 02:24:35 PM</title>
<description><![CDATA[Não é que não tivesse nada pra contar ou dizer, certos silêncios falam por si só. Mesmo com a dor, ainda era capaz de resistir aos ferimentos provocados pelo mundo. O sangue não escorria mais por não saber se ainda existia em sua veias. Perdeu parte de si mesma num jogo sem apostas. Sua mudez foi o que lhe restou.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Não é que não tivesse nada pra contar ou dizer, certos silêncios falam por si só. Mesmo com a dor, ainda era capaz de resistir aos ferimentos provocados pelo mundo. O sangue não escorria mais por não saber se ainda existia em sua veias. Perdeu parte de si mesma num jogo sem apostas. Sua mudez foi o que lhe restou.]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/25/2008 02:24:35 PM</pubDate>
</item>

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<title>3/24/2008 12:36:42 PM</title>
<description><![CDATA[<b>Melissa no Deserto dos Pastores Orientais.</b><br /><br /><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/img_viagem03_gr2.jpg"><br /><br />Todos os anos os Pastores Orientais se reúnem para celebrar a liberdade com grandes corridas pelo deserto. Entre a juventude e a idade adulta todos os seres desse povo cigano fazem uma grande viagem. Com eles a Melissa aprendeu que...<br /><br /><i>... mesmo que estejamos no meio do caos de nosso próprio templo, é fundamental buscar a chave de nosso equilíbrio. Nunca é tarde demais para recomeçar o que parece perdido, nem é cedo o bastante para arriscar a ser feliz. Correr é sua forma de liberdade, descanso para um espírito tantas vezes encarcerado. A selvageria é retomada ao toque do vento nos cabelos, o horizonte torna-se sua casa. Aproveitar cada momento é o único mandamento, sem medo ou rédeas. Viva, corra, seja Melissa.</i><br /><br /> <a href="http://www.melissa.com.br/promocao/edu5apuzy2e2"><img src="http://www.melissa.com.br/promocao/selo/horizontal/edu5apuzy2e2" /></a><br /><br />Votem em mim, galera. (tô extremamente comercial, noooossa!)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<b>Melissa no Deserto dos Pastores Orientais.</b><br /><br /><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/img_viagem03_gr2.jpg"><br /><br />Todos os anos os Pastores Orientais se reúnem para celebrar a liberdade com grandes corridas pelo deserto. Entre a juventude e a idade adulta todos os seres desse povo cigano fazem uma grande viagem. Com eles a Melissa aprendeu que...<br /><br /><i>... mesmo que estejamos no meio do caos de nosso próprio templo, é fundamental buscar a chave de nosso equilíbrio. Nunca é tarde demais para recomeçar o que parece perdido, nem é cedo o bastante para arriscar a ser feliz. Correr é sua forma de liberdade, descanso para um espírito tantas vezes encarcerado. A selvageria é retomada ao toque do vento nos cabelos, o horizonte torna-se sua casa. Aproveitar cada momento é o único mandamento, sem medo ou rédeas. Viva, corra, seja Melissa.</i><br /><br /> <a href="http://www.melissa.com.br/promocao/edu5apuzy2e2"><img src="http://www.melissa.com.br/promocao/selo/horizontal/edu5apuzy2e2" /></a><br /><br />Votem em mim, galera. (tô extremamente comercial, noooossa!)]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/24/2008 12:36:42 PM</pubDate>
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<title>3/19/2008 10:02:09 AM</title>
<description><![CDATA[<i>TDB Capricho - pauta para o site.</i><br /><br /><br /><b>Em quê eu acredito? Quando descobrir te aviso.</b><br /><br />Na minha adolescência busquei incessantemente uma base religiosa que respondesse às minhas expectativas, minha infância foi católica no meio de uma família metade messiânia, metade evangélica. Sempre existiu essa variedade de religiões , o que muitas vezes gerou alguns conflitos.<br /><br />Até os meus quinze anos, frequentei a igreja católica veemente procurando respostas para todas as dúvidas da minha vida, não encontrei. E até hoje ainda existem muitas dúvidas. Resolvi virar evangélica, dar aulas de teatro pra criancinhas, crente (literalmente) que ia dar em alguma coisa, não deu. Não nasci pra ser puritana, pois  até na mais liberal das igrejas evangélicas ainda me sentia como uma pecadora de carteirinha. Sem contar o quanto me irritava o tom de “minha verdade é absoluta” que eles passavam. E particularmente nem sou fã de coisas incontestáveis.<br /><br />Durante um longo péríodo segui acreditando em Deus sem precisar de igrejas, templos, terreiros ou sei lá o quê. Talvez não tenha nascido para pensar coletivamente, geralmente defendo as minhas idéias sozinha por acharem “ imoral demais”. Não que eu realmente me importe com o que acham, só me aborrece essa hipocrisia operante de moral e bons costumes. É tudo uma grande babaquice, como se não fossem humanos passíveis de erros. De certa forma, parece que o mundo se esconde numa casca e finge de morto. Fingir de morto não é comigo, nunca foi, falo mesmo o que penso. Ponto.<br /><br />Ao longo da minha busca sobre verdades li muito. Li sobre verdades que contestei, que acreditei, que dei de ombros. Todas são verdades, até as que não transparecem o meu ponto de vista são verdades, depende de quem lê. Descobri teorias, resoluções e hoje não posso dizer o que sou ou no que acredito. Talvez toda essa história seja uma grande baboseira. Talvez nada disso tenha existido e tenha sido manipulado.  <br /><br />Conheci há uns anos um judeu, precisei  entrevistá-lo e achei estranho os judeus considerarem comer carne de porco quase um pecado,  e ele respondeu: “Você tem idéia de como os porcos eram criados naquela época? Comê-los seria pedir para quase morrer. Proibindo, ditando como pecado, afastaria os seguidores daquela carne, não concorda?” É claro que isso foi uma opinião pessoal dele, não sei se é verdade, mas tem sentido, muito sentido. Afinal, o que são os mandamentos? Se eu não tiver na cabeça que comer a mulher do meu amiguinho e depois matá-lo é errado, se isso não fosse aceito pela sociedade quantos adultérios e assassinatos teriam (à mais) por aí? Fato. Os mandamentos são apenas direções para se viver em paz com seus semelhantes. Só e apenas. Não, não se preocupe com o inferno, amiguinhos, ele não existe.<br /><br />Hoje posso dizer que eu sou agnóstica, mas tenho medo. Preciso meio que ver pra crer e por mais contraditório que isso pareça, de certa forma acredito que há uma força superior também. Talvez seja o costume de ter acreditado uma vida inteira. Talvez seja a esperança ainda reluzente. Não sei, é o grande mistério. A questão é que sempre busquei respostas nos lugares errados, elas na verdade estão em mim. Como disse, não posso dizer o que sou, talvez o que não sou, mas não o que sou, não descobri ainda. Questão de tempo e por que não fé?<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>TDB Capricho - pauta para o site.</i><br /><br /><br /><b>Em quê eu acredito? Quando descobrir te aviso.</b><br /><br />Na minha adolescência busquei incessantemente uma base religiosa que respondesse às minhas expectativas, minha infância foi católica no meio de uma família metade messiânia, metade evangélica. Sempre existiu essa variedade de religiões , o que muitas vezes gerou alguns conflitos.<br /><br />Até os meus quinze anos, frequentei a igreja católica veemente procurando respostas para todas as dúvidas da minha vida, não encontrei. E até hoje ainda existem muitas dúvidas. Resolvi virar evangélica, dar aulas de teatro pra criancinhas, crente (literalmente) que ia dar em alguma coisa, não deu. Não nasci pra ser puritana, pois  até na mais liberal das igrejas evangélicas ainda me sentia como uma pecadora de carteirinha. Sem contar o quanto me irritava o tom de “minha verdade é absoluta” que eles passavam. E particularmente nem sou fã de coisas incontestáveis.<br /><br />Durante um longo péríodo segui acreditando em Deus sem precisar de igrejas, templos, terreiros ou sei lá o quê. Talvez não tenha nascido para pensar coletivamente, geralmente defendo as minhas idéias sozinha por acharem “ imoral demais”. Não que eu realmente me importe com o que acham, só me aborrece essa hipocrisia operante de moral e bons costumes. É tudo uma grande babaquice, como se não fossem humanos passíveis de erros. De certa forma, parece que o mundo se esconde numa casca e finge de morto. Fingir de morto não é comigo, nunca foi, falo mesmo o que penso. Ponto.<br /><br />Ao longo da minha busca sobre verdades li muito. Li sobre verdades que contestei, que acreditei, que dei de ombros. Todas são verdades, até as que não transparecem o meu ponto de vista são verdades, depende de quem lê. Descobri teorias, resoluções e hoje não posso dizer o que sou ou no que acredito. Talvez toda essa história seja uma grande baboseira. Talvez nada disso tenha existido e tenha sido manipulado.  <br /><br />Conheci há uns anos um judeu, precisei  entrevistá-lo e achei estranho os judeus considerarem comer carne de porco quase um pecado,  e ele respondeu: “Você tem idéia de como os porcos eram criados naquela época? Comê-los seria pedir para quase morrer. Proibindo, ditando como pecado, afastaria os seguidores daquela carne, não concorda?” É claro que isso foi uma opinião pessoal dele, não sei se é verdade, mas tem sentido, muito sentido. Afinal, o que são os mandamentos? Se eu não tiver na cabeça que comer a mulher do meu amiguinho e depois matá-lo é errado, se isso não fosse aceito pela sociedade quantos adultérios e assassinatos teriam (à mais) por aí? Fato. Os mandamentos são apenas direções para se viver em paz com seus semelhantes. Só e apenas. Não, não se preocupe com o inferno, amiguinhos, ele não existe.<br /><br />Hoje posso dizer que eu sou agnóstica, mas tenho medo. Preciso meio que ver pra crer e por mais contraditório que isso pareça, de certa forma acredito que há uma força superior também. Talvez seja o costume de ter acreditado uma vida inteira. Talvez seja a esperança ainda reluzente. Não sei, é o grande mistério. A questão é que sempre busquei respostas nos lugares errados, elas na verdade estão em mim. Como disse, não posso dizer o que sou, talvez o que não sou, mas não o que sou, não descobri ainda. Questão de tempo e por que não fé?<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/19/2008 10:02:09 AM</pubDate>
</item>

<item>
<title>3/14/2008 11:00:15 AM</title>
<description><![CDATA[Devemos recomeçar. Tentar de novo o  que talvez já esteja desgastado, não é inteligente simplesmente jogar fora um sentimento tão bonito, dias tão fantásticos, por desentendimentos. Devemos permacer unidos até que tudo o que houver se esgote. Aí poderemos dizer que tentamos até o fim.<br /><br />Se faltar amor, é porque nunca foi amor, e por favor jamais repita que é melhor acabar com tudo do que conviver com a certeza que jamais daria certo.<br /><br />Pois meu maior receio seria conviver com a dúvida de que se realmente teria dado errado.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Devemos recomeçar. Tentar de novo o  que talvez já esteja desgastado, não é inteligente simplesmente jogar fora um sentimento tão bonito, dias tão fantásticos, por desentendimentos. Devemos permacer unidos até que tudo o que houver se esgote. Aí poderemos dizer que tentamos até o fim.<br /><br />Se faltar amor, é porque nunca foi amor, e por favor jamais repita que é melhor acabar com tudo do que conviver com a certeza que jamais daria certo.<br /><br />Pois meu maior receio seria conviver com a dúvida de que se realmente teria dado errado.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/14/2008 11:00:15 AM</pubDate>
</item>

<item>
<title>3/12/2008 05:37:34 PM</title>
<description><![CDATA[e eu sinto falta dos seus lábios<br />não apenas juntos aos meus,<br />mas me sussurrando ao ouvido.<br /><br />- apenas me permita estar ao seu lado.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[e eu sinto falta dos seus lábios<br />não apenas juntos aos meus,<br />mas me sussurrando ao ouvido.<br /><br />- apenas me permita estar ao seu lado.]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/12/2008 05:37:34 PM</pubDate>
</item>

<item>
<title>3/6/2008 12:17:50 PM</title>
<description><![CDATA[Querido Umabel,<br /><br />Digo que estarei ao seu lado em todos os momentos, tanto nesses dias difíceis quanto quando está tudo bem. Porque sempre vai estar bem enquanto tivermos um ao outro.  E você me tem, não por pena ou interesse, me tens porque soube cativar.<br /><br />Se todos os dias fossem ao seu lado, sem dúvida seriam os melhores dias e mesmo quando as coisas dão errado, elas de certa forma dariam certo. Só com a sua presença. Não sei o que pode significar a palavra justiça nesse mundo, mas você não merece todas essas surpresas desagradáveis.  Não merecemos.<br /><br />A sensação de estar de mãos atadas é mais que desconfortável, é insuportável. Saber que nossas vidas saíram do controle é algo tão fraco. Sinto-me cada vez mais fraca, como se especular uma melhora não fosse suficiente. <br /><br />Mas vai melhorar. Quando se cai a única opção é levantar-se novamente, não há outros caminhos, apenas o de se seguir em frente. Situações ruins podem chamar outras melhores.  E vão chamar, porque acredito em você, acredito em nós.<br /><br />Como se o mundo não fosse o bastante para a força do nosso amor.<br /><br />Da sua e sempre sua, <br /><br />Larissa<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Querido Umabel,<br /><br />Digo que estarei ao seu lado em todos os momentos, tanto nesses dias difíceis quanto quando está tudo bem. Porque sempre vai estar bem enquanto tivermos um ao outro.  E você me tem, não por pena ou interesse, me tens porque soube cativar.<br /><br />Se todos os dias fossem ao seu lado, sem dúvida seriam os melhores dias e mesmo quando as coisas dão errado, elas de certa forma dariam certo. Só com a sua presença. Não sei o que pode significar a palavra justiça nesse mundo, mas você não merece todas essas surpresas desagradáveis.  Não merecemos.<br /><br />A sensação de estar de mãos atadas é mais que desconfortável, é insuportável. Saber que nossas vidas saíram do controle é algo tão fraco. Sinto-me cada vez mais fraca, como se especular uma melhora não fosse suficiente. <br /><br />Mas vai melhorar. Quando se cai a única opção é levantar-se novamente, não há outros caminhos, apenas o de se seguir em frente. Situações ruins podem chamar outras melhores.  E vão chamar, porque acredito em você, acredito em nós.<br /><br />Como se o mundo não fosse o bastante para a força do nosso amor.<br /><br />Da sua e sempre sua, <br /><br />Larissa<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/6/2008 12:17:50 PM</pubDate>
</item>

<item>
<title>3/4/2008 06:13:06 PM</title>
<description><![CDATA[A pior verdade é aquela que tem que ser engolida.<br />Nua e crua.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A pior verdade é aquela que tem que ser engolida.<br />Nua e crua.]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/4/2008 06:13:06 PM</pubDate>
</item>

<item>
<title>3/3/2008 02:23:59 PM</title>
<description><![CDATA[E cada vez mais pessoas se casam, entram de branco na igreja, fazem planos de nomes dos filhos. E cada vez mais pessoas se divorciam, pagam advogados, rasgam fotos, querem esquecer o passado. Vidas recomeçam e se renovam a cada dia, pessoas destroem e são destruídas e se parar para pensar, os fortes ainda estão aqui.<br /><br />Há mais promessas, muito mais mentiras, votos de felicidade, de fidelidade, uma aprendizagem a cada instante. Gente pequena que se cria sozinha porque gente grande está muito preocupada em ver o tempo passar e nem perceber.<br /><br />Era ontem que brincava de boneca, não foi tanto tempo que guardou os carrinhos, balas e pirulitos não trazem mais aquela alegria instântanea, abraçava o mundo com braços pequenos, agora pula a corda da vida. A amarelinha não é mais feita de giz é escrita por medo na estrada das nossas escolhas, se não se equilibra está fora.<br /><br />Não se acredita mais no amor, é o ódio e não a esperança que morre por último, onde tudo isso vai parar? O que é verdadeiro hoje? Sorrisos esbranquiçados, cabelos colados, peitos de plástico. Até onde vai o artificial? Tá todo mundo igual, senhoras e senhores, não existe mais autenticidade. Cadê a gargalhada gostosa, cadê os dias na praia jogando frescobol sem saber jogar? Cadê a sinceridade? Há o julgamento antes de se conhecer, antes mesmo de ser. <br /><br />Muitas perguntas e as respostas tão simples estão dentro de nós. Quando dizem que a gente complica, assino embaixo.<br />]]></description>
<content:encoded><![CDATA[E cada vez mais pessoas se casam, entram de branco na igreja, fazem planos de nomes dos filhos. E cada vez mais pessoas se divorciam, pagam advogados, rasgam fotos, querem esquecer o passado. Vidas recomeçam e se renovam a cada dia, pessoas destroem e são destruídas e se parar para pensar, os fortes ainda estão aqui.<br /><br />Há mais promessas, muito mais mentiras, votos de felicidade, de fidelidade, uma aprendizagem a cada instante. Gente pequena que se cria sozinha porque gente grande está muito preocupada em ver o tempo passar e nem perceber.<br /><br />Era ontem que brincava de boneca, não foi tanto tempo que guardou os carrinhos, balas e pirulitos não trazem mais aquela alegria instântanea, abraçava o mundo com braços pequenos, agora pula a corda da vida. A amarelinha não é mais feita de giz é escrita por medo na estrada das nossas escolhas, se não se equilibra está fora.<br /><br />Não se acredita mais no amor, é o ódio e não a esperança que morre por último, onde tudo isso vai parar? O que é verdadeiro hoje? Sorrisos esbranquiçados, cabelos colados, peitos de plástico. Até onde vai o artificial? Tá todo mundo igual, senhoras e senhores, não existe mais autenticidade. Cadê a gargalhada gostosa, cadê os dias na praia jogando frescobol sem saber jogar? Cadê a sinceridade? Há o julgamento antes de se conhecer, antes mesmo de ser. <br /><br />Muitas perguntas e as respostas tão simples estão dentro de nós. Quando dizem que a gente complica, assino embaixo.<br />]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>3/3/2008 02:23:59 PM</pubDate>
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