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<description>Personal blog</description>
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<title>Ainda viro gente</title>

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<title>7/14/2008 09:45:01 AM</title>
<description><![CDATA[Hoje percebo que tudo o que vivemos foi uma grande mentira. Talvez uma mentira convincente, talvez não. A questão é que nunca houve amor da sua parte. <br /><br />Que pena.<br /><i>"E vamo que vamo."</i>]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hoje percebo que tudo o que vivemos foi uma grande mentira. Talvez uma mentira convincente, talvez não. A questão é que nunca houve amor da sua parte. <br /><br />Que pena.<br /><i>"E vamo que vamo."</i>]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>7/14/2008 09:45:01 AM</pubDate>
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<title>7/10/2008 03:56:11 PM</title>
<description><![CDATA[<i>"preciso, no meu público, de todos aqueles que não me suportam.”</i><br />fernanda young]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<i>"preciso, no meu público, de todos aqueles que não me suportam.”</i><br />fernanda young]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>7/10/2008 03:56:11 PM</pubDate>
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<title>7/3/2008 05:47:44 PM</title>
<description><![CDATA[<b>Última carta à Umabel</b><br /><br /><p align="center"><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/S63017221.JPG"></p><br /><br /><p align="justify"><i>...mas não tem revolta não<br />eu só quero<br />que você se encontre<br />ter saudade até que é bom<br />é melhor que caminhar vazio<br /><br />a esperança é um dom<br />que eu tenho em mim<br />eu tenho sim<br /><br />não tem desespero não<br />você me ensinou<br />milhões de coisas<br />tenho um sonho em minhas mãos<br />amanhã será um novo dia<br />certamente eu vou ser mais feliz...</i><br /><br /><b>sonhos - peninha</b><br /><br /><br /><br />Querido Umabel,<br /><br />Esta é a última carta que escrevo a ti, uma carta cheia de lágrimas e sentimento. Se pudesse escolher não a escreveria, mas não posso. Decidiu-se. Por si só.<br /><br />Éramos destruidores e hoje sou destruída, o destino pregou a peça da dor em mim e dói. E muito. O meu mundo veio por água abaixo e não quero admitir, mas o destino é coisa tão complicada que não adianta muito tentar entender. Pensei que eu te magoaria, com todas as minhas indecisões e devaneios, mas foi você que me magoou inúmeras vezes. Foi a mim que machucou a facadas, como se eu realmente nunca tivesse existido em mim. Sabe o quão paradoxo é isso?<br /><br />Criou paradoxos em minha vida, criou o sentimento mais lindo do mundo, criou a dor mais mortal de todas, criou o nó na garganta, o passo apertado... Tu ainda és o artesão dos meus dias, pois ainda incide total presença neles dentro de mim. Você nunca me amou, fato; e eu me deixei cair em seus braços como criança que começa a andar, o que se faz verdade. Você me ensinou a andar pelos seus caminhos, pena que me fez voltar.<br /><br />Nunca me amou, pois me descartou sem tentar, porque me deixou ir embora, porque existe alívio em seu coração. Saber que a minha falta te alivia me consome, não tens noção do que arrancou de mim. Meus sorrisos não são mais sinceros, minha vivacidade se tornou fosca, meu olhar não anda mais o mesmo e por quê? Por um destruidor. Fui destruída covardemente afundada em sonhos que nunca serão concretizados. Tentei.<br /><br />Tentei ser o melhor por nós dois, tentei te fazer feliz, que nunca pudesse me esquecer e hoje estou morta pra ti. Estou morta pra mim também, o mundo mais belo existente virou pó, virou foto na carteira, virou música. Ouço a sua voz e choro, sem medo de admitir, porque ainda sinto. Sinto o amor que tenho por você escorrer pelos meus olhos todos os dias desde então.<br /><br />Disseram que vai passar que vai virar coisa bela, que vou voltar a sorrir e vou sim, uma hora vou voltar a sorrir, mas não agora. Agora por onde passo lembro de ti e não sei de onde sinto seu cheiro. Isso sangra lentamente e a saudade corrói o que resta e já não resta muita coisa.<br /><br />Eu amo você e isto não mudará, tudo que passamos juntos foi lindo e nessa beleza nos perdemos e não nos encontramos mais. A tristeza que fica é de dias tão belos que não voltarão. E nem eu voltarei, não mais, não sempre, não sua.<br /><br />Quero lhe parabenizar por ter me destruído, logo a mim tão confiante. Ficarás marcado como meu destruidor, quem contornou a muralha que existia dentro de mim e hoje ela se reergue novamente involuntariamente.<br /><br /><b>A eternidade do amor, a eternidade da dor.</b><br /><br />Da sua e pra sempre sua,<br /><br />Larissa</p>]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<b>Última carta à Umabel</b><br /><br /><p align="center"><img src="http://www.aindavirogente.blogger.com.br/S63017221.JPG"></p><br /><br /><p align="justify"><i>...mas não tem revolta não<br />eu só quero<br />que você se encontre<br />ter saudade até que é bom<br />é melhor que caminhar vazio<br /><br />a esperança é um dom<br />que eu tenho em mim<br />eu tenho sim<br /><br />não tem desespero não<br />você me ensinou<br />milhões de coisas<br />tenho um sonho em minhas mãos<br />amanhã será um novo dia<br />certamente eu vou ser mais feliz...</i><br /><br /><b>sonhos - peninha</b><br /><br /><br /><br />Querido Umabel,<br /><br />Esta é a última carta que escrevo a ti, uma carta cheia de lágrimas e sentimento. Se pudesse escolher não a escreveria, mas não posso. Decidiu-se. Por si só.<br /><br />Éramos destruidores e hoje sou destruída, o destino pregou a peça da dor em mim e dói. E muito. O meu mundo veio por água abaixo e não quero admitir, mas o destino é coisa tão complicada que não adianta muito tentar entender. Pensei que eu te magoaria, com todas as minhas indecisões e devaneios, mas foi você que me magoou inúmeras vezes. Foi a mim que machucou a facadas, como se eu realmente nunca tivesse existido em mim. Sabe o quão paradoxo é isso?<br /><br />Criou paradoxos em minha vida, criou o sentimento mais lindo do mundo, criou a dor mais mortal de todas, criou o nó na garganta, o passo apertado... Tu ainda és o artesão dos meus dias, pois ainda incide total presença neles dentro de mim. Você nunca me amou, fato; e eu me deixei cair em seus braços como criança que começa a andar, o que se faz verdade. Você me ensinou a andar pelos seus caminhos, pena que me fez voltar.<br /><br />Nunca me amou, pois me descartou sem tentar, porque me deixou ir embora, porque existe alívio em seu coração. Saber que a minha falta te alivia me consome, não tens noção do que arrancou de mim. Meus sorrisos não são mais sinceros, minha vivacidade se tornou fosca, meu olhar não anda mais o mesmo e por quê? Por um destruidor. Fui destruída covardemente afundada em sonhos que nunca serão concretizados. Tentei.<br /><br />Tentei ser o melhor por nós dois, tentei te fazer feliz, que nunca pudesse me esquecer e hoje estou morta pra ti. Estou morta pra mim também, o mundo mais belo existente virou pó, virou foto na carteira, virou música. Ouço a sua voz e choro, sem medo de admitir, porque ainda sinto. Sinto o amor que tenho por você escorrer pelos meus olhos todos os dias desde então.<br /><br />Disseram que vai passar que vai virar coisa bela, que vou voltar a sorrir e vou sim, uma hora vou voltar a sorrir, mas não agora. Agora por onde passo lembro de ti e não sei de onde sinto seu cheiro. Isso sangra lentamente e a saudade corrói o que resta e já não resta muita coisa.<br /><br />Eu amo você e isto não mudará, tudo que passamos juntos foi lindo e nessa beleza nos perdemos e não nos encontramos mais. A tristeza que fica é de dias tão belos que não voltarão. E nem eu voltarei, não mais, não sempre, não sua.<br /><br />Quero lhe parabenizar por ter me destruído, logo a mim tão confiante. Ficarás marcado como meu destruidor, quem contornou a muralha que existia dentro de mim e hoje ela se reergue novamente involuntariamente.<br /><br /><b>A eternidade do amor, a eternidade da dor.</b><br /><br />Da sua e pra sempre sua,<br /><br />Larissa</p>]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>7/3/2008 05:47:44 PM</pubDate>
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<title>7/2/2008 05:51:45 PM</title>
<description><![CDATA[Mas a dor é tão grande que até compartilha-la dói, entende?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mas a dor é tão grande que até compartilha-la dói, entende?]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>7/2/2008 05:51:45 PM</pubDate>
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<title>7/1/2008 10:32:15 AM</title>
<description><![CDATA[É hora de aprender a caminhar sozinha.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[É hora de aprender a caminhar sozinha.]]></content:encoded>
<author>raphatoselli@ig.com.br (Juliana)</author>
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<pubDate>7/1/2008 10:32:15 AM</pubDate>
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